Dolcezza
Presa em um quarto com paredes brancas e nenhuma mobília, ela pensa em quem poderia tê-la prendido ali. Mas ninguém vem a sua mente e depois ela acaba acreditando que prendou a si, não num quarto branco, ela acredita estar presa em seus pensamentos, em suas lembranças vagas, em acontecimentos não acontecidos, em pessoas desconhecidas, em tudo o que não convém e tudo isso chega no quarto branco onde ela está encarcerada e que por algum instante quase sufoca pelas imagens nada significativas que chegam torrencialmente.
Ela quer se libertar, ela está lutando por isso, mas o esforço é em vão. Ela tenta ir para o início para poder raciocinar como chegou a esse estado de latência, como conseguiu aprisionar-se e o porquê dessa cor tão incômoda aos seus olhos. Então ela descobre que não há um início, pois ela sempre esteve aprisionada ali, mas o despertar por essa ideia a faz perceber que se notou que não tem início, agora ela pode criar um final, uma saída da prisão, logo agora, agora que ela tomou consciência das circunstâncias. A multi-interpretação deste local traz uma conclusão, então ela visualiza uma enorme bola branca e a joga com sua mente na parede norte e assim sendo, forma-se uma porta...
Diante da situação há pouco tempo inédita, ela chega perto da porta e observa que na mesma há inúmeras palavras soltas e que juntando tais palavras, chega-se a frases que interpreta como erros cometidos por ela num passado pouco distante. Tenta abrir a porta e não consegue, ela quer achar a resposta que fará a porta se abrir; busca a resposta dentro de si, mas não há como entrar ainda mais dentro de si mesma, ela está mergulhada nela e não consegue, por mais que tente, ir mais fundo.
De tanto ver seus erros estampados naquela porta, subitamente ela define que o que não a deixa passar são os erros, então se convence de tais erros, se submete a eles e com sua mente vai formando soluções com as mesmas palavras ali transcritas. Formam-se 13 frases, as quais sendo refletidas antes, com certeza, cujos erros não seriam cometidos.
A porta se abre e ao invés de todo aquela branco, ela notou várias cores, mistura de cores, cores que antes ela nunca havia percebido, sentido ou tocado. E ela pela primeira vez, sente a plenitude ao libertar-se de si e caminhar para um mundo colorido e desconhecido.
Ela quer se libertar, ela está lutando por isso, mas o esforço é em vão. Ela tenta ir para o início para poder raciocinar como chegou a esse estado de latência, como conseguiu aprisionar-se e o porquê dessa cor tão incômoda aos seus olhos. Então ela descobre que não há um início, pois ela sempre esteve aprisionada ali, mas o despertar por essa ideia a faz perceber que se notou que não tem início, agora ela pode criar um final, uma saída da prisão, logo agora, agora que ela tomou consciência das circunstâncias. A multi-interpretação deste local traz uma conclusão, então ela visualiza uma enorme bola branca e a joga com sua mente na parede norte e assim sendo, forma-se uma porta...
Diante da situação há pouco tempo inédita, ela chega perto da porta e observa que na mesma há inúmeras palavras soltas e que juntando tais palavras, chega-se a frases que interpreta como erros cometidos por ela num passado pouco distante. Tenta abrir a porta e não consegue, ela quer achar a resposta que fará a porta se abrir; busca a resposta dentro de si, mas não há como entrar ainda mais dentro de si mesma, ela está mergulhada nela e não consegue, por mais que tente, ir mais fundo.
De tanto ver seus erros estampados naquela porta, subitamente ela define que o que não a deixa passar são os erros, então se convence de tais erros, se submete a eles e com sua mente vai formando soluções com as mesmas palavras ali transcritas. Formam-se 13 frases, as quais sendo refletidas antes, com certeza, cujos erros não seriam cometidos.
A porta se abre e ao invés de todo aquela branco, ela notou várias cores, mistura de cores, cores que antes ela nunca havia percebido, sentido ou tocado. E ela pela primeira vez, sente a plenitude ao libertar-se de si e caminhar para um mundo colorido e desconhecido.
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